Mineração de criptomoedas 2024 – Entenda seu funcionamento no Brasil

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A mineração de criptomoedas é uma dinâmica que torna possível uma das principais características dos ativos digitais, a sua descentralização. Ou seja, não existe a presença de um organismo central que valida suas transações.

Neste artigo você verá todos os detalhes do que é preciso para mineração de criptomoedas. Além disso, é um processo que atrai muita atenção por suas recompensas com criptos. Entretanto, esta prática também envolve outro lado da moeda preocupante, principalmente por impactos ambientais. Portanto, acompanhe a leitura e compreenda tudo sobre o processo e tudo que envolve a mineração de criptomoedas.

O que é a mineração de criptomoedas?


A mineração de criptomoedas é o nome dado ao processo de validação e inclusão de novas transações na blockchain. Ou seja, funciona como um enorme armazenamento de dados públicos que registra o histórico de movimentações dos usuários. Este é o processo de criação de nova moeda digital.

Basicamente, a mineração é o processo responsável por colocar mais criptomoedas disponíveis em circulação, atividade parecida com a de imprimir dinheiro dos bancos centrais. Porém, há uma diferença, não há autoridades gerenciando processos de moedas como Bitcoin e Ethereum, por exemplo. Pois, o controle é dos algoritmos.

No entanto, mesmo que o ativo digital não possua organismo central, é necessário, ainda assim, uma confirmação das transações com o intuito de trazer mais confiabilidade e credibilidade para a rede. Essa é, exatamente, a função da mineração: registrar as transações que aconteceram na blockchain.

dois personagens ilustrando a mineração de criptomoedas

Assim, você será recompensado pelo com a aquisição de novas moedas. Assim, esse protocolo é determinante para estabelecer todos os passos para o funcionamento do sistema. Então, as instruções incluem: o que será feito quando uma transação for realizada, como será a estrutura determinado formato e como será sua validação e organização.

A remuneração é com criptomoedas. Porém, é uma competição entre os mineiros a fim de ser o primeiro a concluir esse processo. Na blockchain do Bitcoin, por exemplo, cada bloco minerado gerava 6,25 BTC em 2021.

Como funciona a mineração de criptomoedas


Se você é um novato no universo dos ativos digitais e na mineração, este tópico irá discutir tudo sobre como funciona esta prática:

Proof-of-Work (PoW)

A mineração por meio de prova de trabalho, ou proof-of-work (PoW), é um dos processos mais tradicionais para a prática. Assim, é possível utilizar esse com diversas criptomoedas, como o próprio Bitcoin, por exemplo. Dessa forma, é possível usá-lo como exemplo a fim de que você entenda como o protocolo funciona.

Quando uma transação na blockchain do Bitcoin é realizada, gera-se um hash. Esse processo ocorre por meio de um código matemático com forma única para cada transação. Nesse caso, o trabalho da mineração consiste em encontrá-lo para validar a movimentação naquele bloco.

Então, quando um minerador conclui este processo, os demais precisam confirmar que, realmente, o hash é válido. Como você já viu, há uma competição entre os usuários para ser o primeiro. Assim, você deve “vencer” para ser remunerado pelo trabalho executado e, além de tudo, terá contribuído para a segurança e agilidade da rede. No entanto, vale ressaltar que não existe uma fórmula para encontrar os hashs. A única maneira possível é por meio de tentativa e erro. Em consequência disso, existe uma demanda intensa por capacidade operacional das máquinas para conseguir minerar um bloco.

PoW - Proof of Work - ilustração de um minerador de criptos

Desse modo, é cada vez mais comum encontrar mineradores fazendo um alto investimento para competir nesse mercado. Uma das necessidades, por exemplo, são os circuitos integrados de aplicação específica, conhecidos como ASIC.

Para conseguir minerar blocos, uma das estratégias tem sido o uso de fazendas ou grandes terrenos para armazenar todos os equipamentos necessários. Além disso, também há a criação de pools, denominada desta forma por grupos de mineradores que se unem.

Por isso, embora seja teoricamente possível realizar a mineração de criptomoedas pelo celular ou computador convencional, as chances de sucesso são mínimas. Além da alta competitividade, dificilmente eles terão a capacidade de realizar muitas tentativas para encontrar a hash.

Proof-of-Stake (Pos)

Sem dúvida, outra forma para mineração de criptomoedas com prova de participação é a proof-of-stake (PoS). No entanto, diferentemente da velocidade para a resolução de problemas matemáticos, há o investimento realizado em criptomoedas.

Ou seja, é preciso que o minerador tenha disponível uma quantidade específica de criptomoedas para a rede (varia de acordo com o protocolo). Dessa forma, o usuário terá a chance de ser selecionado para atuar na mineração e, ao final, receberá sua remuneração.

Nesse caso, os ativos que o minerador disponibiliza para o protocolo, chamados de stakes, são bloqueados. Assim, o participante receberá o devido montante de volta após um período acordado em um smart contract.

Um ponto interessante nesse modelo está no fato de o minerador passa a ter uma maior participação na rede. Além disso, como ele terá um investimento preso na blockchain por meio de contratos inteligentes, há o interesse para que o protocolo funcione sem falhas.

O objetivo também é reduzir a demanda energética necessária nos protocolos proof-of-work. Ademais, caso um minerador cometa um erro intencional na validação dos blocos, ele sofrerá consequências e, possivelmente, terá a perda de suas criptomoedas que estão bloqueadas.

Proof-of-Capacity (PoC)

Por fim, mais uma estratégia para mineração de criptomoedas são os protocolos de prova de capacidade, ou proof-of-capacity (PoC). Esse protocolo é mais recente comparado aos outros e, até 2021, não era utilizado com frequência. O PoC é relativamente similar à prova de participação. No entanto, ao contrário de transferir uma quantia mínima de criptomoedas, é preciso que o minerador comprove sua capacidade de armazenamento.

PoC - Proof of Capacity - Ilustração de um personagem minerando criptos

Nesse caso, o usuário precisa disponibilizar uma parte do seu HD para registro dos blocos. Portanto, reserve o máximo de espaço possível visto que quanto maior for o espaço, maior será suas chance de ser selecionado para realizar o processo.

Para que serve a mineração de criptomoedas


O processo de mineração de criptomoedas serve para solucionar, ao mesmo tempo, três problemas:

  • Distribuição de moedas: O incentivo pago ao minerador como recompensa ajuda a colocar novas moedas em circulação de maneira legal. Dessa maneira, todos são livres para participar do processo e, assim, reduzindo as chances de uma única entidade ou grupo se beneficiar da emissão.
  • Registro de transações: Outro incentivo realizado pelo minerador é incluir o máximo de transações em cada bloco, coletando assim as taxas pagas pelos usuários. Após seu registro na blockchain, a transação é analisada por todos os participantes de forma simples e sem custo.
  • Prevenção à fraude: O algoritmo de mineração é resolvido apenas na base da tentativa e erro. Ou seja, isso demanda muito tempo e, consequentemente, muita energia e capacidade de processamento. O processo é cuidadosamente planejado para tirar o incentivo de tentativas de entradas incorretas de dados.

O que são Pools?


O pool de mineração tem sua origem a partir de uma cooperativa na qual as minerações se unem para trabalhar em conjunto e, posteriormente, dividir o rendimento proporcional ao esforço de cada um. Sem dúvida, qualquer um pode adotar uma atuação da maneira que desejar, no entanto, correrá o risco de ficar sem recompensa durante dias ou até semanas.

Decerto, a cooperativa aumenta as probabilidades do grupo de encontrar a solução do bloco. Porém, vendo pelo outro lado da moeda, é preciso estar atento à taxa cobrada que, geralmente, varia entre 0.5% e 2% para organizar o trabalho e distribuir os rendimentos. Ainda assim, traz uma previsibilidade de receita maior ao participante, ideal para quem possui custos fixos com a operação.

O que é necessário para a mineração de criptomoedas?


Se você está buscando o que é necessário para a mineração de criptomoedas, neste tópico iremos te explicar em mais detalhes como deve fazer e quais pontos você deve estar atento, confira:

Carteira virtual

Primeiramente, você precisa ter uma carteira de criptomoedas para armazenar os ativos digitais, seja online ou offline. As carteiras online ou hot wallets, são aquelas conectadas à internet, você poderá escolher uma delas tanto para dispositivos móveis quanto para desktop.

carteira virtual para ativos digitais

Enquanto as carteiras offline, também conhecidas como cold wallets (carteiras frias), estão fora da internet. As hardware wallet, com estrutura física semelhante a pen drives, fazem parte desse grupo.

Adquira um hardware de mineração

O segundo ponto para o processo de mineração de criptomoedas é que você adquira um hardware específico para isso. No caso do Bitcoin, é preciso ter alguns dos equipamentos chamados de ASIC em mãos para que a prática funcione de maneira correta.

Agora, para minerar outras criptomoedas, como a Dogecoin, por exemplo, ainda é possível utilizar computadores, desde que tenham placas de vídeo potentes. Sem dúvida, há apenas uma regra geral: quanto maior o poder de sua máquina, mais chances você terá de resolver os complexos problemas matemáticos.

Agora, no caso das criptomoedas PoS, é preciso ter algumas criptomoedas específicas na carteira, as quais variam de acordo com o protocolo.

Conecte-se a um software de mineração

Por fim, você precisa conectar-se a um software de mineração de criptomoedas. Em resumo, o processo de validação e fabricação de novas moedas é controlado por programas instalados no computador, assim como seu envio para a carteira. Por fim, conheça um hardware para a mineração de Bitcoin e comece ainda hoje.

Qualquer criptomoeda pode ser minerada?


Entre as criptomoedas mineráveis, as mais conhecidas são Bitcoin, Ethereum, Litecoin, Monero, Zcash e Dogecoin. Entretanto, há criptomoedas que não podem ser mineradas. Por exemplo, XRP, EOS, Stellar, IOTA ou Cardano. Em alguns casos, essas criptos são totalmente liberadas para o público e seu suprimento não crescerá. Já em outros casos, é possível que quantidade aumente, mas não por meio da mineração.

No caso das criptomoedas que podem ser mineráveis, são moedas já “pré-mineradas” pelos desenvolvedores no início do projeto e depois distribuídas ao público. Assim, o ativo deve ser vendido ao público de diferentes formas para arrecadação de fundos, como um ICO.

Imagem mostra um capacete e duas ferramentas de mineraçãp com uma criptomoeda ao meio

Enquanto as criptomoedas não mineráveis, utilizam um sistema de prova de participação para aumentar o número em circulação. Assim, se você já obtém ou mantém uma certa quantidade de tokens desta criptomoeda em uma carteira, poderá obter novas unidades a uma determinada taxa.

Tipos de mineração


A mineração de criptomoedas ocorre de formas diferentes. Portanto, nossa equipe reuniu todos os tipos para que você possa compreender:

Nuvem

Como você já viu neste artigo, para minerar criptomoedas é necessário montar uma estrutura muito boa e complexa de alto custo. Porém, uma possível solução é a mineração em nuvem, visto que é uma opção bem mais em conta, principalmente para novatos neste universo.

Sem dúvida, a principal vantagem da mineração na nuvem é que a estrutura básica para iniciar esse processo não é tão cara. Pois, esse processo não precisa ser gigante ou complexo e nem é necessário se preocupar com os gastos de energia. É possível minerar na nuvem utilizando apenas um celular ou computador e é a opção mais barata.

mineração em nuvem

Se você está buscando minerar a partir deste processo, basta escolher um bom fornecedor que permita operações com acesso a uma vasta quantidade de informações compartilhadas e que forneça hospedagem em algum centro remoto de dados, os quais possibilitarão a mineração das criptomoedas.

Em resumo, a mineração de criptomoedas em nuvem, é preciso apenas um computador ou smartphone ligado a uma estrutura central fornecedora que pertence a uma empresa especializada nesse tipo de serviços, que cobra uma espécie de “aluguel” para quem tem interesse em usar essa infraestrutura.

Por outro lado, apesar de fácil e econômico, esse tipo de mineração pode ter resultados menores e demorar mais para trazer algum retorno financeiro.

GPU

A mineração de criptomoedas é o processo de tentativa e erro para encontrar um código (hash) que encaixa um novo bloco de informações em um livro-registro compartilhado, a blockchain. Decerto, é uma grande competição entre os mineradores, cada um em busca da solução matemática. A solução é uma sequência de letras e números que validará cada registro nesse banco de dados público.

Desse modo, algumas criptomoedas apresentam algoritmos que tornam a busca do hash mais eficiente utilizando o processador CPU dos computadores, enquanto outras oferecem um retorno melhor utilizando placas gráficas GPU.

As GPU são as placas de vídeo NVIDIA GeForce ou AMD Radeon, as mesmas utilizadas pelos gamers. Mas, em resumo, um computador doméstico com uma fonte de energia potente também consegue realizar o processo de mineração de criptomoedas.

CPU

Já a mineração de criptomoedas com CPU, é possível em caso que você utilize os processadores de computadores comuns. Neste processo não é necessário ter uma estrutura grande e cara e nem alugar parte da estrutura de alguém, como na mineração em nuvem. Basta apenas um computador normal, algo que é acessível para a maioria das pessoas.

mineração com CPU

Apesar dessa facilidade, esse é um método já considerado obsoleto, para o qual é preciso ressaltar dois pontos:

  • Primeiramente, você concorrerá com milhares de estruturas muito maiores e potentes de outros usuários;
  • Em segundo lugar, os computadores pessoais têm uma capacidade baixa e lenta para realizar todos os cálculos necessários na mineração de criptomoedas.

Profissional

Por fim, chegando à mineração de criptomoedas profissional, provavelmente, a maneira mais cara e trabalhosa para este processo. No entanto, vendo pelo outro lado da moeda, também é a que mais gera rendimentos. No entanto, é preciso uma estrutura com centenas, milhares, e até milhões de máquinas poderosas criadas especificamente para que esta prática ocorra: as ASICS, sigla para “Circuito Integrado para Aplicações Específicas”.

Já existem muitas empresas criadas apenas para a mineração de criptomoedas. Inclusive, algumas com valor de mercado e projeções de arrecadação bilionárias.

Quais os impactos ambientais da mineração?


Sem dúvida, você já aprendeu que é preciso um investimento grande com equipamentos para mineração de criptomoedas. Por conta disso, os impactos ambientais geram preocupações ao mercado. Primeiramente, o consumo de energia por parte dos equipamentos é absurdamente grande. Assim, 25% do consumo total de eletricidade no Brasil é exatamente por conta da mineração de ativos digitais.

Outro ponto preocupante que não gostamos é a emissão de gás carbônico (o CO2). O ponto, no entanto, não é o gasto energético em si da energia, mas sua fonte geradora. Cerca de 60% dos mineradores utilizam combustíveis fosseis, e apenas 40% fontes renováveis. Segundo a plataforma de pesquisa Digiconomist estima-se que a quantidade de CO2 emitido em uma única transação de Bitcoin, equivale a 2.045.755 transações VISA ou 153.838 horas assistindo no Youtube.

impactos da mineração

Decerto, todos esses números geram receios a respeito dos impactos da mineração. Um dos principais pontos de pesquisa é sobre os possíveis reflexos dessa prática no aquecimento global. Por isso, é mais comum ver mineradores buscando soluções para esse cenário.

Dessa forma, uma das estratégias para a continuidade deste processo é utilizar a energia renovável. Outro ponto pensado pelos mineradores é de sediar uma estrutura em locais mais frios para minerar, diminuindo a necessidade da refrigeradores ligados à energia.

Além disso, a transição dos protocolos proof-of-work para proof-of-stake também pode funcionar. Embora esse não seja um processo simples, visto que seria preciso fazer alterações significativas nas blockchains. Mas, muitas criptomoedas já usam esse modelo, enquanto outras estudam a transição.

Vale a pena minerar criptomoedas?


Sem dúvida, a mineração de criptomoedas pode ser uma alternativa interessante para aqueles que acreditam no potencial desse mercado. Afinal, é uma oportunidade de você receber remunerações por seus trabalhos e colaborar para a segurança da rede.

No entanto, você precisa estar ciente dos custos deste processo. Primeiramente, o equipamento para a mineração de criptomoedas não é barato, além das despesas de energia e internet, as quais também podem gerar um impacto financeiro dependendo do tempo da mineração. Assim, quanto mais tempo minerando, mais gastos você terá.

Em segundo lugar, é preciso ressaltar que a mineração de criptomoedas é uma grande competição. Pois, independente de seus equipamentos serem os melhores para o processo, não há garantia de que você conseguirá minerar. No caso do Bitcoin, em específico, não existe uma fórmula matemática para encontrar as hashs.

Ainda falando sobre o contexto do Bitcoin, vale pontuar o seu halving (processo de corte pela metade das emissões). Assim, a remuneração que, em 2021, era de 6,25 BTC, será de 3,12 Bitcoins no futuro. Esse processo também ocorre com outras moedas digitais.

Como minerar criptomoedas?


Se você está buscando aprender como realizar o processo de mineração de criptomoedas, montamos um passo a passo simples e rápido, porém eficiente, a fim de que você tenha um direcionamento melhor neste universo, confira:

  • Em primeiro lugar, você decide qual criptomoeda deseja minerar;
  • Seguindo com o processo, escolha entre minerar pelo computador ou pelo celular;
  • Confira se os equipamentos em suas mãos e softwares são os necessários para o processo de mineração de criptomoedas;
  • Configure uma carteira de criptomoedas para armazenar suas criptomoedas com segurança;
  • Certifique-se que sua conexão com a internet seja boa e se o fornecimento de energia é de forma contínua

Conclusão


Neste artigo você conferiu como realizar o processo de mineração de criptomoedas, incluindo quais os tipos para realizar esta prática, maquinários e como funciona o processo. Sem dúvida, é uma prática atraente por conta de suas recompensas.

Mas, essa prática também pode causar impactos ambientais. Ainda assim, muitos mineradores já pensam em novas soluções para que se mantenham nesta atividade, a qual pode ser muito lucrativa se feita corretamente.

Perguntas frequentes

O que é mineração de criptomoedas?

A mineração de criptomoedas é o nome dado ao processo de validação e inclusão de novas transações na blockchain. Ou seja, funciona como um enorme armazenamento de dados públicos que registra o histórico de movimentações dos usuários

Como funciona a mineração de criptomoedas?

A mineração de criptomoedas funciona de três maneiras diferentes, Proof-of-word (PoW), Proof-of-Stake (PoS) e Proof-of-Capacity (PoC).

O que é necessário para mineração de criptomoedas?

Para minerar criptomoedas é preciso, primeiramente, ter uma carteira de ativos digitais para armazená-los. Depois, é necessário obter um hardware para minerar e, por fim, conectar-se a um software específico para realizar o processo.

Há impactos ambientais por conta da mineração de criptomoedas?

A preocupação com a mineração de criptomoedas é o fato do processo necessitar muita energia elétrica, além da grande liberação de gás carbônico. Porém, muitos mineradores já estão pensando em soluções para se manterem em atividade sem impactar o ambiente.